Decisão de Moraes sobre sigilo de empresários abrange campanha de 2018 e pode influenciar TSE

A quebra do sigilo bancário e fiscal de empresários bolsonaristas, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), abrange o período entre julho de 2018 e abril de 2020. Dessa forma, as provas que serão coletadas pelos investigadores vão abranger o período da campanha eleitoral de 2018, que levou Jair Bolsonaro à Presidência da República.

Na avaliação de advogados eleitorais ouvidos pelo Estadão, as provas colhidas no inquérito das fake news – que tramita no STF – podem influenciar as ações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que investigam supostas irregularidades cometidas pela campanha de Bolsonaro em 2018. Um ministro do TSE disse não ter dúvida de que haverá reflexos.

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