Obrigados por lei a divulgar suas contas na internet, os estados ainda estão distantes de um padrão de transparência que permita o efetivo controle social do gasto público. Num ranking criado pelo portal Contas Abertas para medir o grau de transparência das contas, os estados receberam, em média, nota 4,88.
São Paulo, que aparece no topo do ranking, teve nota 6,96, numa escala de um a dez. Outros 13 estados ficaram com notas abaixo da média, enquanto o Rio aparece em 12 lugar, com avaliação de
5,09.
No Índice de Transparência, a performance do governo federal foi medida por meio do site Transparência, da Controladoria Geral da União (CGU), que ficou em primeiro lugar no ranking geral, com nota 7,56.
O Índice — lançado em evento na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), uma das entidades apoiadoras do projeto — foi construído a partir da análise de um conjunto de informações dos sites oficiais dos 27 estados e da CGU. Foram avaliados conteúdo, série histórica, atualização e facilidade de uso dos portais pelo cidadão.
Os principais problemas detectados, segundo o economista Gil Castello Branco, secretário-geral da Associação Contas Abertas, estão relacionados à navegabilidade e dificuldades para transferir dados dos sites oficiais para outros sites na internet:
O índice não é atestado de probidade nem atestado de boa gestão. A intenção é criar uma competição saudável para estimular os que estão hoje mal posicionados a melhorar.
Do Noblat






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