Flávio Rocha defende CPMF, diz que há preconceito contra o imposto e provoca; “está sobrando”…

Um dos maiores entusiastas da CPMF, o empresário Flávio Rocha (Riachuelo) vai renovar a argumentação em defesa do tributo neste momento em que o debate volta à tona com manifestações favoráveis do governo.

Ele acredita que o avanço da digitalização impulsionado pelo isolamento social nos últimos meses fortaleceu a tese dos que defendem o retorno do antigo imposto do cheque, hoje revestido com o apelo da tributação às transações eletrônicas.

Rocha, que em maio se desligou do Brasil 200, o grupo de empresários mais identificado com a bandeira, afirma que está trabalhando com especialistas para adaptar os estudos à nova realidade do comércio online.

Ele diz que o novo impulso digital foi o “golpe de misericórdia” no IVA, imposto sobre valor agregado que funde Pis e Cofins, proposto na PEC 45, em tramitação na Câmara. “O IVA é um imposto analógico.

Não alcança a economia colaborativa, os market places e camelódromos digitais”, afirma.

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