Francisco do PT critica intimidação da imprensa e nomeação de não eleitos do IFRN e da UFERSA

Em seu discurso, na sessão ordinária desta terça-feira (01) na Assembleia Legislativa, o deputado Francisco do PT criticou a falta de posicionamento dos colegas sobre a intimidação do trabalho da imprensa, por parte do Governo Federal, citando ‘atentado de natureza física’ o repórter, e o aparelhamento do governo do Rio de Janeiro para evitar o trabalho de jornalistas. O deputado também citou o que chamou de ‘escalada autoritária de medidas antidemocráticas’ do Governo Federal em relação a nomeações de não eleitos para os cargos de reitores do IFRN e da UFERSA.

“Um desrespeito ao processo democrático. Já pensou se o presidente da República não gostasse da composição da Assembleia, colocasse outros deputados não eleitos? Qual seria a nossa posição?”, questionou Francisco do PT, que fez críticas ao fato de, num protesto feito por alunos no IFRN, o reitor temporário ter chamado a polícia. “Isso é típico de quem não tem votos, de quem não tem a aceitação da comunidade”.

O deputado Francisco do PT repercutiu como negativa a presença do presidente Jair Bolsonaro no Rio Grande do Norte, afirmando que ele deixou ‘legados’ como a retirada da Petrobras do Estado e a nomeação de uma ‘interventora’ para a reitoria da UFERSA. “Se era para anunciar maldades, era melhor nem ter vindo”, disse o deputado, solidário à presidente do DCE da UFERSA, Ana Flávia Lira, convocada para depor na Polícia Federal por ter declarado indignação com a nomeação de uma reitora não eleita pela comunidade acadêmica.

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