Funaro diz que nunca tratou de propina com temer, mas diz que ele a recebeu

Doleiro e “operador” de transações que resultavam em lavagem de dinheiro para sua clientela no mundo politico, Lúcio Funaro prometeu em depoimento de delação premiada o que o Ministério Público Federal (MPF) queria: sustentar que foram feitos dois pagamentos ao atual presidente Michel Temer. Um deles, de 1,5 milhão de reais, veio do grupo Bertin. O segundo, em 2014, saiu de um acerto com a JBS.

Funaro conta ter intermediado um pagamento de 7 milhões de reais da JBS que tinha como destinatários Temer, Cunha e o ministro da Agricultura na ocasião, Antônio Andrade.

O doleiro não parece dispor de provas e diz que nunca conversou sobre dinheiro diretamente com Temer, e sim por meio do ex-deputado Eduardo Cunha. Ele afirma também que Temer “sempre soube” dos esquemas de corrupção de Cunha.

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