PGR defende ‘fatiar’ inquérito das fake news para separar investigados com foro privilegiado

O procurador-geral da República, Augusto Aras, defendeu nesta quinta-feira (4) o “fatiamento” do inquérito que apura as fake news e ofensas a autoridades no Supremo Tribunal Federal. A ideia é separar as investigações sobre pessoas com foro privilegiado dos demais alvos.

O inquérito tramita em sigilo na Corte e, até esta quinta, o número total de investigados era desconhecido. No fim de maio, por determinação do relator, ministro Alexandre de Moraes, a Polícia Federal intimou seis deputados a prestarem depoimento sobre os elementos reunidos no inquérito.

Na manifestação enviada ao STF, Aras não cita quais parlamentares são investigados. O chefe da PGR afirma que, das cerca de 10 mil páginas que compõem o processo, 2% (ou cerca de 200 páginas) se referem a indícios de suposta participação de pessoas com prerrogativa de foro.

Segundo Aras, “por essa razão, hoje, a PGR entrou com uma petição no Inquérito 4.781, para que apensos envolvendo pessoas detentoras de foro por prerrogativa de função sejam autuados como processos independentes”.

G1

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