Os senadores José Agripino Maia (DEM) e Garibaldi Filho (PMDB) usaram o artifício da licença médica para garantirem a convocação dos suplentes, respectivamente José Bezerra Júnior e João Faustino, durante o período de campanha eleitoral.
A explicação é simples: pelo regimento do Senado os parlamentares podem solicitar 120 dias de licença não remunerada e, para esse caso, não é convocado o suplente.
O primeiro suplente só é convocado quando há ausência superior a 120 dias. Na prática, Garibaldi Filho entrou com pedido de licença médica do dia 15 a 20 de julho e José Agripino pediu três dias de licença.
Em seguida os dois se licenciam por mais 118 dias para garantir os “121 dias” “exigidos pelo regimento” para poder convocar o suplente.
Panorama Politico






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