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PT articula superfederação com PCdoB, PV, PSOL, Rede, PSB e PDT

O PT (Partido dos Trabalhadores) tem articulado com partidos aliados a criação de uma grande federação da centro-esquerda.

As discussões ainda são iniciais, mas articuladores têm apresentado a proposta em reuniões que o Palácio do Planalto tem feito com as bancadas da Câmara dos Deputados.

A proposta é unir PT, PCdoB, PV, PSOL, Rede, PSB e PDT. Os três primeiros partidos compuseram uma federação em 2022, que precisaria ser renovada a partir das próximas eleições, já que o “casamento” dura apenas por quatro anos, de acordo com a regra eleitoral.

O mesmo aconteceu com PSOL e Rede. Já PSB e PDT não se federaram com nenhuma outra sigla, e é justamente nesses dois partidos que os maiores entraves são esperados.

A ideia defendida por alguns petistas é criar um grupo fortalecido para fazer frente contra as federações planejadas por partidos mais atrelados ao campo do centro e da direita.

Mas, mesmo dentro do PT, há o reconhecimento de que a ideia é complexa, diante de partidos que têm, cada um, suas vaidades e que, hoje, não produzem um alinhamento do campo político da esquerda. Há uma expectativa, no entanto, de que no ano que vem as conversas possam evoluir, diante da necessidade que se avizinha.

A Federação União Progressista (UP), por exemplo, responderá por cerca de 20% do Congresso Nacional, com 109 deputados e 14 senadores, a partir da aliança firmada entre o União Brasil e o PP. O MDB, por sua vez, discute uma federação com Republicanos e PSDB.

Do Blog de Isabel Mega na CNN

Cadu Xavier manda aviso a Zenaide Maia sobre composição de chapa para 2026

Zenaide está próxima e deverá compor a chapa de Allyson Bezerra (União), que lidera as pesquisas para governador.

Em entrevista à 98 FM de Natal, o secretário da Fazenda, Cadu Xavier, pré-candidato do PT a governador, disse ontem que Zenaide Maia só terá lugar na chapa majoritária da esquerda se permanecer alinhada politicamente com o grupo de Fátima Bezerra, também candidata ao Senado.

Cadu deixou claro: se Zenaide e o PSD optarem por manter apoio ao projeto de Allyson Bezerra, a senadora será descartada como segunda opção de voto para o Senado do PT. Quem anda próximo a Zenaide e a Jaime já sabe que a decisão tomada por eles é de permanecer ao lado de Allyson Bezerra e juntar forças do centro para engrossar o palanque do prefeito de Mossoró na disputa para o Governo.

Da Coluna Opinião

Zé Lins deverá ter ato de filiação ao PL

O Partido Liberal, sob o comando do senador Rogério Marinho, no Rio Grande do Norte, deve promover um ato político em Currais Novos, para receber a filiação do ex-prefeito Zé Lins. FEDERAL Nos meios políticos, as informações correntes, são de que Zé Lins deverá reforçar a nominata do PL, de deputado federal, no pleito de 2026.

Styvenson defende união da oposição, mas veta palanque com Allyson em 2026

O senador Styvenson Valentim (PSDB) afirmou que há uma “grande possibilidade” de a oposição estar reunida no mesmo palanque em 2026. Ao mesmo tempo, em aparente contradição, disse que se o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), que é pré-candidato a governador, se somar ao grupo, ele sai. “Ele entra, eu saio, simples assim”, declarou o tucano.

A declaração foi em entrevista à rádio 96 FM, na última sexta-feira (27), quando o senador também reafirmou seu apoio à pré-candidatura a governador do senador bolsonarista Rogério Marinho (PL).

“Eu já estou com Rogério. Pra mim, o candidato ao Governo do Estado é Rogério Marinho, mesmo que as pessoas não gostem, mesmo que a pessoa tenha antipatia, mesmo que as pessoas achem isso ou aquilo. O Rio Grande do Norte não precisa de um político simpático, precisa de um político que tenha as condições de colocar esse estado no eixo de novo, para caminhar para o desenvolvimento”, comentou.

Styvenson disse não aceitar que colocassem na conta dele o fato de o prefeito mossoroense não estar no mesmo palanque com ele, Rogério e o ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (Republicanos).

Senado aprova aumento no número de deputados a partir das eleições de 2026; RN ganha 2 federais e 6 estaduais

O Senado aprovou, na noite desta quinta-feira 25, o projeto de lei que aumenta o número de deputados federais no Brasil. O texto passou com mudanças e por isso terá de retornar para a Câmara dos Deputados. Só depois vai à sanção ou veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A medida precisa ser sancionada até 30 de junho, prazo final estipulado pela Justiça.

Com a aprovação do projeto, a Câmara dos Deputados passará de 513 para 531 deputados, a partir das eleições de 2026. Serão 18 novos parlamentares. O Rio Grande do Norte será afetado com a proposta e ganhará mais dois deputados, saindo de oito para dez, a partir de 2026.

Com a mudança na Câmara, automaticamente será alterada também a composição da Assembleia Legislativa, que precisa ter o triplo de assentos. No Rio Grande do Norte, o número de deputados estaduais passará de 24 para 30.

Álvaro Dias magoado com Paulinho

A Coluna Opinião soube que Álvaro Dias está magoado com o prefeito Paulinho Freire (União). Em conversas com o círculo fechado, Álvaro afirma que não lhe faltam motivos para os últimos movimentos de aproximação com Allyson Bezerra. O ex-prefeito de Natal reclama da preferência de Paulinho pela candidatura de Rogério Marinho para governador, não retribuindo o apoio que recebeu na campanha de 2024 para prefeito.

Fátima reforça time, em torno de Cadu

A governadora Fátima Bezerra, que diante dos índices quanto à sua administração nas pesquisas, mostra que hoje é a política com mais vitórias eleitorais no Estado e está conseguindo montar um grupo de apoios que não pode ser deixado de lado.

Ela trabalha o nome do secretário Carlos Eduardo Xavier como seu sucessor. Realmente, um nome novo, sem recall político, que aparece timidamente nas pesquisas, mas que já conseguiu fechar o apoio de todo o grupo dela e que irá fazer a defesa da sua gestão.

Styvenson pode mudar novamente de partido

O senador Styvenson Valentim, que trocou o Podemos pelo PSDB, já avalia novamente trocar de partido. É que não deu certo a fusão do Podemos com o PSDB. Styvenson pretendia controlar as duas siglas após fusão. Hoje, o PSDB continua sob o comando do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira. O contato nacional de Styvenson é com o líder do partido no Senado, Plinio Valério (AM). Já Ezequiel tem amizades com o presidente nacional da sigla, Marconi Perillo (GO).

Da coluna Opinião AGORARN