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Futuro governador Walter Alves, segue reforçando o seu MDB para 2026

Um dia após o deputado estadual Ivanilson Oliveira anunciar filiação ao Movimento Democrático Brasileiro no Rio Grande do Norte (MDB-RN), o também deputado estadual Ubaldo Fernandes anuncia hoje (11) a decisão de retornar ao partido presidido pelo governador em exercício Walter Alves.

“As filiações de Ubaldo e Ivanilson representam o fortalecimento do MDB e reforçam o compromisso com o diálogo, a união e a construção de um futuro melhor para o Rio Grande do Norte. Ubaldo, que já foi do MDB, tem uma trajetória de compromisso com o povo e de muito trabalho em Natal e em todo o estado”, disse Walter Alves.

Zé Lins vai de Nélter para estadual

O ex-prefeito de Currais Novos, Zé Lins, reafirma sua parceria política com o deputado estadual Nélter Queiroz para o pleito de 2026.

“JUNTOS POR CURRAIS NOVOS! 🤝💪🏻 Gratidão ao amigo @zelinscn pela parceria e visita. A pouco debatemos sobre o município e pleitos que demandaremos para nossa Currais Novos”, postou Nélter numa rede social.

Styvenson Valentim vai abrir mão da reeleição no Senado?

Styvenson Valentim vai abrir mão da reeleição no Senado?

O senador Styvenson Valentim (PSDB) estaria disposto a arriscar o próprio futuro eleitoral? Liderando as pesquisas de intenções de voto ao Senado, tem praticamente a reeleição assegurada, considerando as condições atuais.

Porém, parece que números não o empolgam. Ou finge não se empolgar. Styvenson coloca em dúvida aquilo que todos criam como definitivo: sua candidatura à reeleição.

Em entrevista à rádio 95 FM, de Mossoró, o senador colocou-se como nome possível ao Governo do Estado, ao afirmar que não confirmou sua candidatura à reeleição ao Senado. Assim, se oferece como candidato ao Governo, caso o senador Rogério Marinho (PL) desista de concorrer. “Se Rogério não puder ser candidato ao Governo, velho, eu tenho maior atenção pelo meu estado”, disse.

As pesquisas divulgadas até aqui não consideram esta possibilidade de disputa para o senador. Styvenson joga para a plateia, mas sabe que não pode desperdiçar novamente o cavalo passar encilhado. Enquanto isso, ensaia estas aventuras de faz-de-conta com Marinho, sabendo que é quase improvável mudar um caminho que, a preço de hoje, parece exitoso.

De William Robson

No 2º turno, Lula teria 45,7% e Bolsonaro, 37,7%, diz pesquisa CNT/MDA

Em um eventual segundo turno eleitoral pela Presidência da República, o chefe do Executivo, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), teria 45,7% das intenções de voto, contra 37,7% do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
As informações são da pesquisa CNT/MDA publicada nesta segunda-feira (8).
Votos branco e nulo somam 14,5%. Os indecisos, 2,1%.

Bolsonaro está inelegível até 2030 por decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). A Corte entendeu que o ex-presidente cometeu abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação.

A pesquisa ouviu 2.002 pessoas entre os dias 3 e 6 de setembro por meio de entrevistas domiciliares.

A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.Em uma hipótese de 2º turno para presidente do Brasil, em quem o(a) Sr.(a) votaria

Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 45,7%

Jair Bolsonaro (PL): 37,7%

Branco/nulo: 14,5%

Indeciso: 2,1%

Fátima Bezerra não gostou da declaração de Garibaldi sobre possível candidatura de Walter

Diógenes Dantas escreve em sua coluna, que a governadora Fátima Bezerra anda extremamente irritada com Garibaldi Alves Filho, pai do vice-governador Walter Alves.

O ex-senador declarou nesta semana que o filho recebe “apelos” para disputar o Governo do Estado nas eleições do próximo ano.

O que mais irritou a governadora foi o trecho: “Acredito que a decisão de Walter (para não concorrer) está se consolidando no sentido de tornar-se irreversível. Mas até lá nós podemos ter algum fato novo”.

O bacurau fofoqueiro me relatou que a governadora ficou fumando numa quenga de coco.

Segundo a ave, ela passou recibo na entrevista para TV Band Natal, quando afastou qualquer chance de renunciar antes do prazo legal de desincompatibilização.

“Eu vou renunciar no prazo certo, o prazo que a legislação estabelece, que é abril. Ponto”, afirmou Fátima sem esconder certa raiva.

A fala da governadora foi entendida como resposta ao MDB de Walter, que veria com bons olhos a renúncia antecipada da petista para dar mais tempo de gestão ao vice-governador. Pelo visto, a ideia morreu.

Eu tenho dito uma coisa: Fátima terá de conviver com as futricas ou fofocas ligadas ao vice-governador, porque ela vai precisar largar o governo se quiser concorrer ao Senado. Ponto.

E tem mais: Fátima precisa do MDB, partido de centro, porque sabe que não pode disputar uma eleição majoritária apenas com o voto da esquerda.

Só resta a Fátima acreditar em Walter.

Antes de alçar voo, o bacurau futriqueiro disparou: Oh, dúvida cruel!

Cenário pré-eleitoral do RN em 2026 fica mais incerto com novos nomes na disputa

O tabuleiro político do Rio Grande do Norte para as eleições de 2026 ficou ainda mais incerto com a movimentação de lideranças que até então não eram cogitadas para a disputa ao Governo do Estado. Enquanto o campo governista demonstra unidade em torno da pré-candidatura do secretário estadual da Fazenda, Cadu Xavier (PT), a oposição se fragmenta cada vez mais, afastando as pretensões de formar um palanque único para disputar a sucessão da governadora Fátima Bezerra (PT).

Fátima Bezerra reafirmou que Cadu é o nome escolhido para sucedê-la e que a candidatura dele “é para valer”. A petista também confirmou que renunciará ao cargo em abril do próximo ano para disputar uma vaga no Senado Federal, reforçando o movimento do seu grupo político para se manter à frente do Executivo do RN.

A escolha de Cadu Xavier, segundo a governadora, conta com o respaldo das legendas que compõem sua base aliada. Ela citou que o PT está construindo uma “frente ampla de partidos de perfil progressista e de centro-esquerda”, mencionando que já integram o grupo o PSB, PDT, PV, PCdoB e Rede.

A governadora também disse acreditar que o PSOL não lançará candidatura própria ao Governo do Estado, indicando que o partido poderá apoiar já no primeiro turno a candidatura de Cadu Xavier.

Fátima ressaltou, ainda, a importância do MDB do vice-governador Walter Alves, que assumirá o governo estadual em abril, após a renúncia da governadora para ser candidata a senadora, mas declinou de disputar a reeleição para apoiar o pré-candidato do PT.

“O vice-governador foi convidado por mim e pelo presidente Lula para ser candidato, ele tem direito à reeleição, mas deixou muito claro, em reiteradas conversas, que não é esse o desejo dele”, disse a governadora em entrevista à Band RN.

“A candidatura do nosso grupo tem nome: chama-se Cadu Xavier. Uma candidatura pra valer, pra ir inclusive ao segundo turno”, enfatizou a governadora, afastando as especulações sobre uma possível mudança de planos de Walter Alves.

As especulações foram alimentadas pelo próprio pai de Walter Alves, o ex-senador Garibaldi Alves Filho (MDB).

Fátima descarta antecipar renúncia e diz que só deixará Governo do Estado em abril

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), descartou antecipar sua renúncia do cargo. Ela disse que ficará no Governo do Estado até o prazo máximo estipulado pela legislação. Com isso, Fátima deverá renunciar apenas no início de abril, que é a data limite para desincompatibilização para quem ocupa cargo no Executivo e pretende disputar mandato no Legislativo. A governadora é pré-candidata ao Senado.

“Eu vou renunciar no prazo certo, o prazo que a legislação estabelece, que é abril. Ponto”, afirmou Fátima, em entrevista à TV Band Natal.

Com a renúncia de Fátima, o Governo do Estado ficará sob o comando do atual vice, Walter Alves (MDB). Por lei, ele pode concorrer a governador como candidato à reeleição, mas ele tem dito que não vai para a disputa.

“O vice-governador está focado em recompor a presença do MDB na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados e conta com o nosso total apoio. Para nós, é muito importante o fortalecimento do MDB”, declarou a governadora.

Fátima tem dito que o PT apoiaria uma eventual candidatura de Walter, mas, como o vice-governador não deseja ir para a disputa, o partido agora trabalha a pré-candidatura do atual secretário estadual de Fazenda, Cadu Xavier (PT).

“A candidatura do nosso grupo a governador tem nome: chama-se Carlos Eduardo Xavier, Cadu Xavier. Candidatura para valer, para ir inclusive ao segundo turno. Eu estou com pés no chão, mas eu estou muito, muito, muito motivada”, acrescentou a petista.

A governadora do RN disse, ainda, que está montando “uma frente de partidos de perfil progressista” para a disputa de 2026. Além de PV e PCdoB, que têm uma federação com o PT, ela citou como aliados o PSB, o PDT, a Rede e o Psol. “Talvez o pessoal nem lance candidatura no primeiro turno e já no primeiro turno venha conosco”, disse Fátima sobre o Psol.

‘Não decidi se sou candidato ao Governo do RN ou ao Senado’, afirma Styvenson

O senador Styvenson Valentim (PSDB) disse que ainda não decidiu se disputará o Governo do Rio Grande do Norte ou a reeleição ao Senado em 2026. Ele destacou que o nome da oposição para o Governo, até o momento, é o do senador Rogério Marinho (PL-RN), mas não descartou assumir a candidatura caso haja mudança de cenário.

“Eu nem decidi se sou candidato a Senado ou ao Governo. Hoje o nosso candidato é Rogério. Mas se Rogério não puder ser candidato ao Governo, velho, eu tenho maior atenção pelo meu estado. Eu não vou botar o Estado na mão de gente incompetente ou bandida, entendeu? Então, posso concorrer ao Governo”, afirmou, em entrevista à rádio 95 FM, de Mossoró.

O senador contou que teve uma conversa com Marinho sobre a disputa e brincou que o aliado chegou a invocar o Estatuto do Idoso ao pedir prioridade na candidatura. Rogério Marinho tem 61 anos, enquanto Styvenson tem 48 anos.

Do AGORARN

Agripino minimiza parceria entre Alysson e Zenaide “é apenas administrativa”

O ex-senador José Agripino, presidente do União Brasil no Rio Grande do Norte, José Agripino, é enfático ao dizer que a parceria entre Allyson Bezerra (UB) e a senadora Zenaide Maia (PSD) é apenas administrativa.

Segundo ele, a discussão só existe nesse âmbito e o período eleitoral é discussão futura, quando acontecerão “evoluções” antes da definição sobre candidatura, ou não, do prefeito de Mossoró a governador do RN pela Federação União Progressista.

Pelo menos, essa foi a fala de José Agripino, ao Diário do RN.