Atriz Tania Maria será Valdirene na nova campanha da Friboi

A potiguar Tania Maria, parelhense, que ganhou projeção nacional e até internacional depois da participação no filme O Agente Secreto, vem ganhando uma série de contratos publicitários. O mais recente foi firmado com a Friboi.

Ela fazer o papel de Valdirene, mãe do açougueiro Valdir, personagem que já vem sendo usado nas campanhas da empresa e tem feito grande sucesso, inclusive com crescimento na intenção de compra da linha Friboi Reserva, segundo a Kantar, empresa que faz pesquisas para publicidade.

Flávio Rocha repercute nota de Cassiano Arruda e descarta de vez candidatura ao Senado em 2026 pelo RN

O empresário Flávio Rocha repercutiu, em seu Instagram, uma nota do jornalista Cassiano Arruda publicada na coluna Roda Viva neste domingo (03). No texto, é cravada uma posição direta: Rocha está fora da disputa pelo Senado Federal nas eleições que se aproximam.

Veja a íntegra da notícia de Cassiano repercutida por Flávio Rocha:

O empresário Flávio Rocha mantém a decisão de permanecer à margem da política partidária, trajetória que interrompeu após dois mandatos como deputado federal (1986 e 1990). À época, ele fez história como o candidato mais votado do Rio Grande do Norte e, proporcionalmente, do Brasil. No entanto, mesmo fora das disputas eleitorais, Rocha nunca se distanciou dos interesses do Estado.

Nos últimos 26 anos, seu nome tem sido uma lembrança constante nos bastidores políticos. Agora, em plena pré-campanha, os convites ganham repercussão espontânea, sem que ele precise fazer pronunciamentos ou conceder entrevistas. O movimento em torno de seu nome flui naturalmente, impulsionado por sua relevância no cenário nacional.

Com a responsabilidade de quem lidera um dos principais grupos industriais do país, ele resume sua postura com clareza e desprendimento; de Lisboa, Portugal, onde tem 2ª residência, ele falou a esta Roda Viva: – “Eu não preciso de um mandato popular para servir ao nosso Rio Grande do Norte”.

Estudos sobre geodiversidade do SGB fortalecem gestão do Geoparque Seridó, no Rio Grande do Norte

Em abril passado, o Geoparque Seridó (RN) completa quatro anos como Geoparque Mundial da Unesco, o Serviço Geológico do Brasil (SGB) destaca a importância dos estudos sobre geodiversidade para consolidação, fortalecimento e valorização do território. O conhecimento produzido pela instituição contribuiu para a chancela e segue apoiando a gestão do geoparque, o planejamento do uso do território e a difusão do patrimônio geológico da região.

Em 2025, o SGB lançou as publicações Mapa da Geodiversidade do Geoparque Seridó e o Atlas da Geodiversidade do Seridó. Também foram entregues folderes que consolidam os dados, informes técnicos, dados organizados em Sistema de Informações Geográficas (SIG) e passeio virtual na Plataforma Geo 360º BR. Os produtos fazem parte do projeto Levantamento da Geodiversidade e apresentam em linguagem acessível as características do território e potencialidades.

O Seridó Geoparque Mundial da Unesco (SGMU) está localizado no semiárido nordestino, abrangendo cerca de 2.800 km² e incluindo seis municípios: Acari, Carnaúba dos Dantas, Cerro Corá, Currais Novos, Lagoa Nova e Parelhas. Mais de 100 mil pessoas vivem na região.

“O objetivo desses produtos é servir como ferramentas de planejamento para os gestores do SGMU e gestores municipais, identificando áreas de vulnerabilidade ambiental, problemas geológico-geotécnicos, potencialidades econômicas e geoturísticas, permitindo o desenvolvimento da região”, explica o pesquisador Almir Costa, coordenador executivo do Programa Levantamento da Geodiversidade.

Para o professor do Departamento de Geologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e Coordenador Científico do Geoparque Seridó, Marcos Nascimento, os estudos fornecem uma base sólida para a gestão integrada do território. “A sistematização dos dados em diferentes produtos amplia significativamente o acesso à informação qualificada. Esses materiais organizam o conhecimento científico produzido e também o traduzem em formatos acessíveis para gestores públicos, educadores, turistas e, principalmente, a própria comunidade local”.

Dr. João Paulo Martins não integra mais a equipe de profissionais do Hospital de Lagoa Nova

O médico João Paulo Martins (Dr João Paulo), nos informou que já não faz mais parte do quadro de profissionais médicos do Hospital Maternidade Garibaldi Alves Filho.

O seu desligamento aconteceu na última quarta-feira, 29 de abril, quando estava no seu plantão, ele nos relatou que cumpria normalmente seu expediente naquele dia, quando foi notificado oficialmente de desligamento da unidade hospitalar, sem aviso prévio.

Do LND

Grupo da Ufersa atua para recompor vegetação nativa da nascente do rio Potengi

Um grupo de alunos do curso de Engenharia Florestal da Universidade Federal do Semiárido (Ufersa) faz um trabalho de recomposição vegetal das nascentes do Rio Potengi,  em Cerro Corá, que é catalogada como área de preservação permanente no Rio Grande do Norte.  “Nós vamos fazer o replantio com plantas nativas da caatinga, começamos em março e até o final do período chuvoso faremos esse trabalho com mudas, controle de erosão  e cobertura do solo com vegetação para poder recuperar e melhorar a qualidade da água”, explicou a professora, Anne Cristini Fortes da Silva. 

A professora Anne Fortes informou que o projeto abrange um período de dois anos, co. a parte burocrática começando em janeiro, devendo ser concluído em dezembro de 2027. 

A equipe do curso de Engenharia Florestal conta com quatro bolsistas e estudantes voluntários,  somando 13 participantes, inclusive a professora Gabriela Salame, que também é engenheiro florestal e vice-coordenadora do projeto.

Além de ser um projeto de extensão Universitária feito em parceria com a Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh).

Além da extensão, segundo Anne Fortes, também serão feitas pesquisas sobre  sequestro de carbono, melhoria da qualidade do solo, da qualidade da água, acompanhar o crescimento das espécies.

O grupo de alunos da Ufersa deverá estar executando o projeto a cada 15 dias, mas em breve esse trabalho vai ocorrer semanalmente.

Vivência prática aproxima alunos da UFRN do processo legislativo na ALRN

Mais do que uma visita institucional, a visita de estudantes do curso de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), campus de Caicó, à Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, nesta quinta-feira (30), representou um encontro direto entre o conhecimento teórico e sua aplicação concreta. Acompanhados pelo professor Ruan Almeida e por servidores da Casa, os alunos do terceiro período tiveram a oportunidade de conhecer de perto o funcionamento do Poder Legislativo estadual, compreendendo, na prática, como nascem, tramitam e se consolidam as leis que impactam a vida da população.
 
Presente durante a visita, a deputada estadual Divaneide Basílio (PT) destacou que a aproximação entre estudantes e o Parlamento contribui para uma formação mais completa e consciente. “Quando esses jovens conhecem de perto como funciona a produção das leis, eles se tornam profissionais mais preparados e conectados com a realidade. A prática amplia o olhar, qualifica o conhecimento e fortalece o compromisso com a sociedade”, pontuou.

Barragens reagem às chuvas recentes, mas seca ainda afeta o RN

A rápida recuperação de reservatórios estratégicos no Rio Grande do Norte, como a Barragem Oiticica, não significa o fim da seca que levou o governo estadual a decretar situação de emergência em 166 municípios no início de abril. Embora as chuvas recentes tenham ampliado a reserva hídrica em parte do estado, especialistas e órgãos de monitoramento alertam que a melhora no volume dos grandes açudes não elimina, de imediato, os efeitos acumulados da estiagem prolongada.

O contraste entre os dois cenários ficou evidente em menos de um mês. No dia 1º de abril, o Governo do Estado decretou emergência por seca em 166 municípios, citando redução sustentada das reservas hídricas, colapso no abastecimento em cidades do interior e dependência de carros-pipa em quase metade do estado. Três semanas depois, a Barragem Oiticica, em Jucurutu, já havia ultrapassado 61% da capacidade, impulsionada pelas chuvas de abril e pelo reforço hídrico da transposição do Rio São Francisco.

A aparente contradição, no entanto, é explicada pela própria dinâmica da seca no semiárido.

Segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), a estiagem e a seca não se resumem à ausência momentânea de chuva. O órgão distingue a seca meteorológica, marcada por um período prolongado de baixa pluviosidade, da seca hidrológica, quando a falta de precipitação já compromete rios, reservatórios e o equilíbrio do sistema hídrico.

Para o meteologista Marcelo Bezerra, na prática, isso significa que uma sequência de chuvas pode elevar rapidamente o volume de grandes barragens, mas não é suficiente, por si só, para reverter os efeitos mais profundos da seca acumulada ao longo de meses:
“É esse descompasso que ajuda a explicar o cenário potiguar. Enquanto reservatórios de maior porte respondem mais rapidamente à chuva e à entrada de água por grandes sistemas, como a transposição do São Francisco, a recuperação de açudes menores, poços, aquíferos e da umidade do solo tende a ser mais lenta, especialmente em áreas rurais”, explica.

Do SAIBA MAIS

Chineses pesquisam scheelita em Angicos

O município de Angicos pode se tornar um novo polo de exploração mineral no Rio Grande do Norte. A Amason Resource Grup do Brasil Ltda., ligada a capital chinês, entrou com pedido de licença prévia para a realização de pesquisa mineral em propriedades rurais da região com foco na scheelita, minério do qual se extrai o tungstênio, metal considerado estratégico pela indústria global.

Os requerimentos envolvem áreas como o Sítio Bom Fim e as fazendas Arizona, Patachoca e Santa Clara. Nesta fase, o objetivo é avaliar o potencial econômico das jazidas, por meio de levantamentos geológicos e testes técnicos, antes de qualquer decisão sobre exploração comercial.

A movimentação ocorre em um cenário internacional marcado pela disputa por minerais críticos. O tungstênio ganhou peso nas cadeias produtivas por reunir características raras, como altíssima resistência e o maior ponto de fusão entre os metais. Por isso, é usado em brocas industriais, equipamentos eletrônicos, componentes aeroespaciais, satélites e itens ligados ao setor de defesa.

A China domina hoje a maior parte da produção mundial do metal e, nos últimos anos, passou a impor restrições de exportação, o que elevou o interesse de grupos empresariais em reservas localizadas fora do território chinês, sobretudo em países com tradição mineral.

No Rio Grande do Norte, a scheelita marcou época. Entre as décadas de 1940 e 1980, o minério impulsionou cidades do Seridó, especialmente Currais Novos, e outras áreas do estado, gerando empregos, renda e forte expansão urbana. O ciclo perdeu força com a entrada agressiva da produção chinesa no mercado internacional, que derrubou preços e tornou muitas minas brasileiras inviáveis.

Também contribuíram para a retração o esgotamento de jazidas superficiais e a necessidade de adequação ambiental de antigas operações. Em várias cidades, estruturas foram abandonadas e milhares de postos de trabalho desapareceram.

Agora, o novo interesse em Angicos sinaliza uma possível mudança de rota.

Casa Durval Paiva promove Dia do Desapego esta quinta

A Casa Durval Paiva faz um novo convite: nesta quinta, 30, realiza mais uma Edição do Dia do Desapego, mobilizando a sociedade a transformar aquilo que está parado em esperança para crianças e adolescentes em tratamento contra o câncer.

Mais do que doar objetos, é um gesto de empatia.

Aquela roupa esquecida no armário, o brinquedo que já não é usado ou até um eletrodoméstico parado, podem ganhar um novo destino e contribuir diretamente para o acolhimento e a qualidade de vida dos pacientes assistidos pela Instituição.

A Casa estará de portas abertas para receber doações, como roupas, calçados, alimentos não perecíveis, leite em pó integral, utensílios domésticos, móveis, eletrônicos e outros itens em bom estado de conservação.

As entregas podem ser feitas das 08h00 às 17h00, na sede da Instituição, localizada na Rua Professor Clementino Câmara, 234, Barro Vermelho.

Seridó: projetos culturais têm até quinta-feira (30) para se inscreverem no Rouanet no Interior

Os agentes culturais da região do Seridó têm até a próxima quinta-feira (30) para submeterem seus projetos no programa Rouanet no Interior, uma iniciativa do Ministério da Cultura, em parceria com a Neoenergia Cosern, por meio do Instituto Neoenergia, e com o Serviço Social da Indústria (SESI), para fortalecer a produção cultural fora dos grandes centros urbanos.

Para a edição de 2026, a região potiguar selecionada para participar do projeto foi o Seridó. No dia 31 de março, a cidade de Caicó sediou uma oficina presencial para ajudar os produtores a desenvolverem habilidades técnicas para a elaboração, inscrição, execução e prestação de contas dos projetos culturais. Os projetos devem ser enviados até o dia 30/04 de forma digital por meio do Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura (Salic). Para mais informações, acesse a página do Programa.

Quem pode participar

Podem participar pessoas jurídicas de natureza cultural, com ou sem fins lucrativos, sediadas nos territórios contemplados pelo edital, nos estados da Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte e São Paulo, além de regiões administrativas do Distrito Federal. Entre as localidades atendidas estão municípios da Chapada Diamantina (BA), do Sertão do Pajeú (PE), do Seridó Potiguar (RN) e do Vale do Ribeira (SP), além de regiões administrativas como Ceilândia, Planaltina e Brazlândia, no Distrito Federal. O edital também permite a participação de proponentes sem experiência prévia no sistema, incentivando o acesso de novos agentes ao Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac).