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Walter e Allyson se reúnem no apartamento de Garibaldi com Agripino de testemunha

O vice-governador Walter Alves (MDB) teve mais uma reunião com o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), pré-candidato a governador.

Foi na manhã desta quarta-feira (14) no apartamento do ex-senador Garibaldi Filho.

De testemunha da conversa, o ex-senador José Agripino, presidente do União Brasil no RN.

Antes de tomar qualquer decisão, ou fazer qualquer anúncio oficial, o vice-governador terá uma nova conversa com a governadora Fátima Bezerra (PT).

De HG

Ex-senador Jean Paul Prates alerta sobre eleição para mandato-tampão: “Governar não é brincadeira”

O ex-senador Jean Paul Prates (PDT) usou suas redes sociais para comentar os bastidores da política com tom de preocupação, que o tema merece.

Ele lembrou que a eleição para um período de oito meses não pode ser vista como um mero detalhe no futuro de qualquer estado.

Sem falar no peso político, que todos sabem será de inegável importância, ele mirou na importância administrativa.

Disse Prates:

O debate sobre a sucessão no Governo do RN tem sido tratado, por alguns, como jogada eleitoral.
Como se um mandato-tampão fosse detalhe. Não é.

Estamos falando de cerca de oito meses de governo efetivo.

Oito meses que impactam orçamento, políticas públicas, serviços essenciais e a vida real da população.

Não é verdade que ninguém queira governar o Rio Grande do Norte.
O que existem são escolhas pessoais legítimas.
Transformar isso em narrativa de ingovernabilidade é factoide eleitoreiro.

O Governo do Estado não pode virar palco, provocação ou ensaio de campanha.
Quem assume, assume para governar.
Com equilíbrio, responsabilidade e respeito ao voto popular.

O Rio Grande do Norte merece seriedade até o último dia de mandato.

Governar nunca foi brincadeira.

Larissa Rosado é citada como possível vice em chapa ao Governo do RN para 2026

A ex-deputada estadual e presidente estadual do PSB, Larissa Rosado, passou a ser citada como um dos nomes avaliados para compor, na condição de vice-governadora, a chapa do pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Cadu Xavier (PT), nas eleições de 2026. A informação foi divulgada pelo comentarista político Saulo Spinelly durante o programa 12 em Ponto, da rádio 98 FM Natal, nesta segunda-feira (12), ao abordar os bastidores das articulações políticas no estado.

Segundo Spinelly, a movimentação ganhou corpo após agendas recentes no Alto Oeste Potiguar, que reuniram a governadora Fátima Bezerra (PT), Larissa Rosado e a ex-deputada Sandra Rosado. De acordo com a análise, o grupo governista passou a discutir alternativas para a vaga de vice diante da possibilidade de o MDB não integrar a composição majoritária.

Ainda conforme o comentarista, o MDB estaria concentrando sua estratégia na disputa proporcional, priorizando a formação das nominatas para deputado estadual e federal, sob a liderança de Walter Alves. Com isso, o governo estadual teria iniciado a busca por um nome com presença política consolidada em regiões estratégicas, como Mossoró e o Oeste Potiguar.

Durante as conversas internas, outros nomes também teriam sido lembrados, entre eles o da ex-prefeita de Mossoró Fafá Rosado, atualmente integrante do governo estadual. No entanto, conforme relatado por Spinelly, fatores de ordem familiar teriam afastado essa possibilidade.

Nesse contexto, Larissa Rosado passou a ser vista como uma opção considerada viável dentro da base governista. O comentarista ressaltou a trajetória política da ex-deputada, que exerceu mandatos na Assembleia Legislativa, disputou a Prefeitura de Mossoró com votações expressivas e mantém articulação política ativa. Ele também destacou a afinidade histórica com campos progressistas e a proximidade política com a governadora Fátima Bezerra.

Fátima Bezerra confirma ao Globo que sua candidatura ao Senado é prioridade do PT nacional

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), é um dos principais nomes entre os chefes de Executivo estadual que já articulam candidatura ao Senado nas eleições deste ano. Impedida de disputar a reeleição, ela integra um grupo crescente de governadores que veem no Legislativo uma alternativa para manter protagonismo político e influência nacional.

Dos 18 governadores sem possibilidade de novo mandato, 12 já sinalizaram interesse em concorrer a uma das 54 cadeiras em disputa no Senado — um movimento que supera, com folga, o observado nas eleições de 2018 e 2022. Para especialistas, fatores como mandato de oito anos, foro privilegiado e o fortalecimento institucional do Congresso ajudam a explicar essa tendência.

No caso de Fátima Bezerra, a candidatura já está politicamente costurada e alinhada às prioridades do PT nacional. A governadora afirma que a disputa ao Senado também tem papel estratégico no fortalecimento do campo progressista e no apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“A minha candidatura ao Senado está dentro das prioridades do PT nacional. Sei da importância da disputa congressual neste ano para a democracia”, declarou Fátima.

Cientistas políticos avaliam que governadores, como Fátima Bezerra, entram na disputa com vantagem competitiva, por reunirem alto grau de reconhecimento do eleitorado, capilaridade regional e um legado administrativo consolidado. Segundo o cientista político Murilo Medeiros, da Universidade de Brasília, o Senado deixou de ser visto como um encerramento de carreira e passou a ser uma plataforma de poder duradouro, especialmente atrativa quando há duas vagas em disputa por estado.

Mandato tampão: Deputado Vivaldo Costa toparia assumir o governo do RN

E os bastidores não param no final de semana em ano eleitoral…

A politica segue como vaticinou Magalhães Pinto; uma nuvem de várias mutações.

O vento que sopra do Seridó aponta que o decano da Assembleia, deputado Vivaldo Costa (PV), 86 anos, toparia assumir o governo do RN em abril, quando a governadora Fátima Bezerra e o vice Walter Alves deverão renunciar.

Vivaldo já governou o estado em 1994, quando assumiu como vice do então governador José Agripino.

Seridoense de Caicó e já tendo anunciado sua aposentadoria da política, Vivaldo seria aprovado por seus pares e pelo Governo.

É a solução séria e plausível para um estado que atravessa grande crise e não pode brincar com seu futuro.

Impasse: Nem desembargadores pretendem assumir Governo

A situação inusitada, e inédita, que vive o Rio Grande do Norte na expectativa de ficar sem governador em abril não para de ganhar complicadores.

Agora, a informação nos corredores do Tribunal de Justiça é que o presidente da Corte, desembargador Ibanez Monteiro não estaria disposto a assumir o cargo, como determina a linha de sucessão legal. Nem pelos trinta dias até decretar eleições indiretas para definição do “mandato tampão, de nove meses.

Com a negativa do magistrado , a incumbência ficaria para vice desembargadora Berenice Capuxu, que sinaliza seguir também não querer.

Ou seja?

O Plenário do TJ teria que fazer uma eleição antes da eleição indireta.

Uma novela que resume e explica a situação do Rio Grande do Norte. Presente e futuro.

RN deverá ter eleição indireta em abril

O vice-governador Walter Alves (MDB) decidiu que vai renunciar ao cargo e, portanto, não vai assumir o Governo do Estado em abril, após a renúncia da governadora Fátima Bezerra (PT). Com isso, o Rio Grande do Norte deverá ter uma eleição indireta na Assembleia Legislativa para escolha de um governador e um vice para encerrarem o mandato até 5 de janeiro de 2027.

A decisão de Walter foi comunicada na última quarta-feira 7 ao presidente nacional do MDB, Baleia Rossi. O vice-governador disse que vai renunciar porque pretende disputar um mandato de deputado estadual nas próximas eleições. Pela lei, um político não pode ser governador e concorrer a um cargo legislativo ao mesmo tempo.

Eleição indireta
A Constituição do Estado determina que, em caso de vacância dupla no governo no último ano do mandato, o cargo deve ser ocupado até o fim (5 de janeiro do ano seguinte) pelo presidente da Assembleia Legislativa ou, se houver recusa, pelo presidente do Tribunal de Justiça.

Em março deste ano, porém, o Supremo Tribunal Federal (STF) invalidou essa regra, determinando que, no caso de renúncia dupla, o Estado precisa realizar novas eleições (diretas ou indiretas) para escolher governador e vice para um mandato tampão. Seguindo o que determina a Constituição Federal, quando a vacância dupla ocorre no último ano de mandato, o caminho é a realização de eleição indireta.

Segundo o advogado eleitoral Wlademir Capistrano, ex-juiz do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN), poderão concorrer na eventual eleição indireta cidadãos que atendam aos requisitos para ser governador e vice, como idade mínima de 30 anos, direitos políticos em vigor e filiação a partido político. A chapa também precisa ter um candidato a vice.

No intervalo entre as renúncias e a nova eleição, o governo seria ocupado temporariamente pelo presidente da Assembleia – atualmente, o deputado estadual Ezequiel Ferreira (PSDB). Se ele declinar do cargo, quem assume é o presidente do Tribunal de Justiça – atualmente, o desembargador Ibanez Monteiro.

Neste cenário, é provável que o governador temporário seja o presidente do TJ.

Do AGORARN

Quem vai e quem fica depois do rompimento da governadora Fátima Bezerra com o vice Walter Alves?

O assunto era falado e crescente nos bastidores no final do ano, mas ganhou força, autoria e credibilidade com a declaração do deputado federal João Maia (PP) em Caicó ,antes do Natal, afirmando o “combinado” de seu grupo político; o vice governador Walter Alves (MDB) iria romper com a governadora Fátima Bezerra para apoiar a candidatura do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, indicando o candidato a vice.

Nos últimos dez dias, uma contagem regressiva silenciosa, com uma reunião da governadora e vice no meio do caminho e nota conjunta divulgada, adiando definições para primeira quinzena de janeiro a ser definida com a cúpula nacional do PT e MDB.

Mas os bastidores não param de fervilhar e ninguém parece jogar parado.

O rompimento é dado como certo e os desdobramentos surgem. O primeiro, inusitado e mais preocupante é QUEM VAI GOVERNAR O RIO GRANDE DO NORTE????

E o segundo, de natureza político-eleitoral, quem fica e quem vai com o vice-governador Walter Alves ?

Esta é uma incógnita de muitas variáveis, que não são respondidas apenas com letras de legendas partidárias. Mas com a senha da sobrevivência… própria.

Um alerta, aliás, feito ontem em entrevista do deputado estadual Dr Bernardo, que evidenciou as dificuldades de seguir com o grupo do vice-governador se ele romper com o Governo Fátima. Dr Bernardo, por exemplo, sinalizou que não vai mais.

A dificuldade já ficou explícita na articulação da nominata de deputado federal. E poderá também ser evidenciada na de deputado estadual, quando cada um busca sua sobrevivência política, sem muita preocupação com o umbigo alheio.

Os secretários Luciano Santos e Alan Silveira, indicados por Walter, descem a rampa com ele? Quando, como e para quê?

Como se vê , o rompimento anunciado promete quebras e o cacife do Governo costuma fazer a diferença. No RN e no mundo…

Do TL

Nota conjunta mostra reaproximação e sucessão no RN passa pela vice de Lula

A governadora Fátima Bezerra (PT) e o vice-governador Walter Alves (MDB) voltaram a falar a mesma língua. Pelo menos publicamente. Reunidos na tarde desta segunda-feira, eles divulgaram nota conjunta após uma “avaliação política e administrativa” do Rio Grande do Norte e comunicaram que as decisões sobre as eleições de 2026 serão tomadas ouvindo as instâncias nacionais do PT e do MDB.

No texto, Fátima e Walter afirmam que “os interesses do Estado do Rio Grande do Norte sempre se imporão” aos projetos partidários e pessoais, relembrando a aliança construída em 2022 como parte do projeto nacional que sustenta o governo Lula e o governo estadual.

Na prática, nota conjunta é gesto político. Quem assina junto sinaliza que, apesar das tensões e das especulações que marcaram os últimos dias, segue operando no mesmo trilho, ainda que com negociações transferidas para o nível nacional.

O blog recebeu a informação de que o movimento de hoje coloca um fim, nesse momento, no possivel apoio de Walter Alves ao projeto de Alisson Bezerra em 2026, hipótese que alimentou o noticiário político.

Ao escolher agora o caminho da nota conjunta e da “consulta às cúpulas” do PT e do MDB, a governadora e o vice colocam essa alternativa no telhado. O PMDB quer indicar o vice de Lula que por sua vez gostaria de continuar com Alckmin na vice. o desdobramento de Brasília pesará na aliança local.

Resta saber se a nota influenciará os deputados estaduais que faziam movimento no sentido de apoiar o adversário de Fátima Bezerra em 2026.

A formação de chapas e alianças proporcionais costuma seguir dinâmica própria com estratégias de sobrevivência eleitoral.