O assunto era falado e crescente nos bastidores no final do ano, mas ganhou força, autoria e credibilidade com a declaração do deputado federal João Maia (PP) em Caicó ,antes do Natal, afirmando o “combinado” de seu grupo político; o vice governador Walter Alves (MDB) iria romper com a governadora Fátima Bezerra para apoiar a candidatura do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, indicando o candidato a vice.
Nos últimos dez dias, uma contagem regressiva silenciosa, com uma reunião da governadora e vice no meio do caminho e nota conjunta divulgada, adiando definições para primeira quinzena de janeiro a ser definida com a cúpula nacional do PT e MDB.
Mas os bastidores não param de fervilhar e ninguém parece jogar parado.
O rompimento é dado como certo e os desdobramentos surgem. O primeiro, inusitado e mais preocupante é QUEM VAI GOVERNAR O RIO GRANDE DO NORTE????
E o segundo, de natureza político-eleitoral, quem fica e quem vai com o vice-governador Walter Alves ?
Esta é uma incógnita de muitas variáveis, que não são respondidas apenas com letras de legendas partidárias. Mas com a senha da sobrevivência… própria.
Um alerta, aliás, feito ontem em entrevista do deputado estadual Dr Bernardo, que evidenciou as dificuldades de seguir com o grupo do vice-governador se ele romper com o Governo Fátima. Dr Bernardo, por exemplo, sinalizou que não vai mais.
A dificuldade já ficou explícita na articulação da nominata de deputado federal. E poderá também ser evidenciada na de deputado estadual, quando cada um busca sua sobrevivência política, sem muita preocupação com o umbigo alheio.
Os secretários Luciano Santos e Alan Silveira, indicados por Walter, descem a rampa com ele? Quando, como e para quê?
Como se vê , o rompimento anunciado promete quebras e o cacife do Governo costuma fazer a diferença. No RN e no mundo…
Do TL